Pílula do dia seguinte: 10 verdades que toda mulher deveria saber



Contracepção de emergência ou pílula do dia seguinte, é um método eficaz contra a gravidez que pode ser eficaz até 72 horas após a relação sexual.

Utilizada como uma alternativa para casos emergenciais, ela não deve tornar-se um hábito e sim utilizada quando o sexo é realizado sem algum método contraceptivo ou na falha destes.

Sendo um método de emergência, a recomendação médica é de uma dose ao ano, para com isso evitar os efeitos colaterais do uso excessivo do produto.

Usada de maneira correta, seus efeitos colaterais logo após o uso costumam ser enjoo, cansaço e dor de cabeça, além de alguns dias poder ocorrer, como:

  • Sangramento vaginal de forma pequena
  • Menstruação sendo antecipada
  • Diarreia
  • Dores nas mamas

Como funciona a pílula do dia seguinte

A pílula do dia seguinte não é abortiva e funciona de uma maneira muito simples no organismo.

Ela, basicamente, impede a fecundação que possa ocorrer após uma relação sem proteção, evitando assim uma gravidez indesejada.

Mas, resumindo, quando é absorvido pelo organismo, esse medicamento:

  • Descama o útero, impedindo assim a instalação do óvulo fecundo;
  • Diminui os movimentos das tubas uterinas;
  • O óvulo não é liberado, pois ela atua impedido.

Pílulas do dia seguinte e seus tipos

A pílula do dia seguinte pode ser adquirida nas farmácias ou pela internet, sendo que não há a necessidade de receitas, entretanto, seu uso deve ser sob orientação médica.

Existem, basicamente, dois tipos desse medicamento:

  • As que tem em sua composição a progesterona, contendo apenas uma pílula
  • As que tem em sua composição estrogênio e levonorgestrel, contendo dois comprimidos que devem ser tomados intervaladamente no período de 12 horas.

No Brasil, as marcas mais conhecidas no Brasil são: Postinor, Uno, Neodia e Prozato Uni, Pilem, Levonorgestrel, NorlevoSendo e Diad.


Mas não é porque a pílula do dia seguinte é  tão fácil de se adquirir que ela deve ser usada indiscriminadamente, como já dissemos. Ela é muito útil para evitar uma gravidez, entretanto, deve considera como último recurso, já que existem outros métodos anticonceptivos menos nocivos ao corpo e de uso diário.

Verdades sobre a Pílula do dia seguinte

Esse medicamento embora de livre acesso e fácil consumo, alguns pontos ou verdades devem ser destacados:

1. Ela não causa infertilidade;

2. A pílula do dia seguinte não afeta o uso de anticoncepcionais, ou seja, o uso da cartela deve ser seguir normal;

3. É possível engravidar tomando a pílula, embora a chance seja reduzida, isso pode ocorrer especialmente quando:

. Não tomada nas primeiras 72 duas horas, após o ato desprotegido;
. Com o uso de antibióticos;
. Se no período de 2 horas após o consumo, ocorra vômitos e diarreia;
. Se tomada várias vezes ao mês.

4. Ela pode fazer mal se tomada mais de 2 vezes ao mês, podendo ocasionar o aumento do câncer de útero e mama, embolia pulmonar e trombose;

5. Ela é distribuída de forma gratuita na rede pública de saúde;

6. As contraindicações em face ao uso da pílula do dia seguinte variam de pessoa para pessoas, sendo que, mulheres que sofrem de hipertensão, doenças no sangue, obesidade mórbida e problemas vasculares, podem ter maior risco de o medicamento não funcionar, além de possíveis complicações decorrente das doenças;

7. Dependendo do ciclo menstrual a pílula pode adiantar ou atrasar a menstruação, além de também poder alterar a quantidade e cor da menstruação;

8. Segundo especialistas a pílula do dia seguinte é menos eficaz nos períodos férteis.

9. A pílula não tem atuação contra doenças sexualmente transmissíveis;

10. Sua eficácia é 15 vezes menos que o anticoncepcional diário;

 



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